Os presos foram encaminhados à 166ª DP em Angra e estão à disposição da JustiçaDivulgação/Polícia Civil
Angra dos Reis – Policiais civis da 166ª DP, sob o comando do delegado titular Dr. Roberto Ramos, prenderam nessa sexta-feira, 20, Luiz Henrique Nascimento de Oliveira, 18, conhecido como “PH”, e Gabriel da Silva Pinto, 20, em cumprimento de mandados de prisão temporária da segunda fase da Operação Armeiro-Mestre, deflagrada a partir das investigações relacionadas ao homicídio do policial civil Elber Fares, ocorrido em 31 de agosto de 2025. O policial era lotado na 166ª DP e foi morto na frente do filho de 10 anos, quando saia de um culto em uma igreja evangélica, no bairro Balneário, em Angra dos Reis, na Costa Verde.
A operação representa mais um desdobramento da apuração conduzida pela delegacia de Angra, que busca identificar e responsabilizar todos os envolvidos, tanto na execução do crime quanto no suporte material e operacional da estrutura criminosa investigada. Um dos envolvidos foi preso no cais de Santa Luzia, onde ocorre embarque e desembarque para Ilha Grande, no centro da cidade. O outro em um conjunto habitacional.
Na primeira fase da Operação Armeiro-Mestre, realizada no último dia 11 de março, os policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão em duas cidades, Angra dos Reis e São Paulo, além de efetuarem a prisão de Igor da Silva Moreira, apontado pelas investigações como gerente de uma estrutura voltada à fabricação, manutenção e circulação de armamento de guerra, incluindo fuzis, destinado ao tráfico de drogas ligado à facção atuante no Rio com braço na costa verde.
Segundo a linha investigativa da 166ª DP, a organização criminosa alvo da operação possuía estrutura qualificada para viabilizar o emprego de armamento pesado em ações do tráfico, circunstância que reforça a gravidade dos fatos apurados e o risco imposto à segurança pública.
As prisões demonstram o trabalho incansável e focado dos agentes na continuidade das investigações para enfrentamento das estruturas criminosas vinculadas ao tráfico e à morte do policial civil.
As investigações prosseguem em andamento, e a Polícia Civil ainda busca novas prisões, com o objetivo de desarticular integralmente o grupo criminoso investigado e concluir a responsabilização penal de todos os envolvidos.
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