Waze ou Google Maps? Descubra qual te salva da multa e não te joga no meio de barricadas

Escolher entre Waze e Google Maps parece detalhe, mas essa decisão pode definir se você chega cinco minutos mais cedo ou se recebe uma multa direto no conforto da sua casa. Pior: pode decidir se você vai por uma rota


Escolher entre Waze e Google Maps parece detalhe, mas essa decisão pode definir se você chega cinco minutos mais cedo ou se recebe uma multa direto no conforto da sua casa. Pior: pode decidir se você vai por uma rota segura ou se vai parar, sem querer, em uma rua cheia de barricadas onde até o sinal do celular resolve desaparecer.

O dono é o mesmo, mas a filosofia é outra

Ambos pertencem ao Google desde 2013, mas não foram fundidos porque têm missões diferentes. Segundo Alex Coimbra, especialista em tecnologia, dicas de economia, análises de produtos e serviços, com mais de 500 mil seguidores no Youtube, o Waze é obcecado por tempo — quer te tirar do trânsito a qualquer custo, mesmo que isso signifique te mandar cortar caminho por ruas estreitas e cheias de lombadas. Já o Google Maps prefere a consistência: mantém você na avenida principal, mesmo que demore mais, porque segurança vale mais que dois minutos de economia.

Waze: o queridinho dos brasileiros

No Brasil, o Waze tem uma vantagem quase desleal: a comunidade. Enquanto o Google Maps demora dias para atualizar uma rua que virou mão única, o Waze corrige em questão de horas graças aos usuários e editores voluntários. Resultado? Você não cai em buracos recém-abertos pela chuva nem em acidentes fresquinhos.

Mas, segundo Coimbra, o verdadeiro motivo da paixão nacional pelo Waze não é o trânsito — é o bolso. O aplicativo mostra a velocidade da via em tempo real e avisa sobre radares com direito a alerta sonoro. É praticamente um seguro contra multas por distração.

O lado sombrio do Waze

Antes de declarar vitória, calma lá. Coimbra alerta: o Waze tem um defeito perigoso. Sua obsessão por tempo pode te mandar para dentro de comunidades não pacificadas ou ruas de terra só para economizar dois minutos. É aí que o Google Maps brilha: prefere te manter no asfalto bom, longe de atalhos suspeitos.

Google Maps: o guardião da segurança

Além de evitar ciladas, o Google Maps é um buscador gigante. Quer achar farmácia aberta, posto confiável ou padaria bem avaliada? Ele entrega. E ainda tem o trunfo dos mapas offline: você pode baixar cidades inteiras e não ficar na mão quando o 4G resolve tirar férias.

Perfis de motoristas: quem deve usar o quê

– Motorista do dia a dia: Waze. Você já conhece o caminho, só precisa saber se tem blitz ou buraco.
– Turista ou viajante: Waze na estrada, Google Maps na cidade. Não arrisque atalhos perigosos.
– Motorista de aplicativo e entregador: Waze. Tempo é dinheiro, mas cuidado com ruelas estreitas.
– Caminhoneiros: nenhum dos dois. Eles não sabem a altura do seu veículo. Na emergência, Google Maps é menos arriscado.

Alternativas e truques extras

– Here WeGo: rei do offline, ideal para viagens internacionais ou regiões sem sinal.
– Apple Maps: bonito, mas no Brasil ainda falta dados. Use só para fazer charme.
– Radarbot: a cereja do bolo. Quer usar o Google Maps limpinho, mas não abrir mão dos alertas de radar? Deixe o Radarbot rodando em segundo plano.

Veredito final

O Waze é usado 90% do tempo para fugir de multas, mas o Google Maps fica instalado como salva-vidas para quando o sinal cai ou quando é preciso achar um restaurante. A lição é clara: tenha os dois.

 



Com informações da fonte
https://coisasdapolitica.com/brasil/01/02/2026/waze-ou-google-maps-saiba-qual-aplicativo-nao-te-manda-para-area-de-risco-e-ainda-te-livra-de-multas

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