Enquanto você ainda tentava digerir a ceia de Ano Novo, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) já registrava um número que faria qualquer contribuinte engasgar: mais de R$ 13 bilhões arrecadados só no primeiro dia de 2026.
Sim, em apenas 24 horas, o governo Lula conseguiu sugar dos brasileiros o equivalente a 13 vezes o prêmio da Mega da Virada. Quem ganhou na loteria achou que estava rico? Pois o Tesouro Nacional já estava muito mais.
Enquanto o brasileiro vê o bolso esvaziar logo no Réveillon, Fernando Haddad aparece como maestro da sinfonia tributária. O ministro pode até estar preparando sua saída, mas pode deixar como legado o título nada invejável de “campeão mundial de impostos”.
Recorde histórico e máquina incansável
– Maior valor já registrado para o início de um ano: nunca antes na história deste país o réveillon foi tão lucrativo para os cofres públicos.
– Nem o feriado salva: enquanto o povo descansava, a máquina arrecadatória trabalhava sem piscar.
– Impostos embutidos em tudo: comida, gasolina, serviços, contas básicas — até o ar parece vir com taxa embutida.
Reforma tributária: presente de grego
O recorde coincide com a estreia experimental do IVA Dual, novo imposto da reforma tributária que promete simplificar, mas já mostrou que simplificar não significa aliviar.
Ou seja: o brasileiro ganhou de presente de Ano Novo uma conta ainda mais salgada.
Comparações que doem
– Mega da Virada: prêmio de R$ 1,09 bilhão. Governo arrecadou 13 vezes isso em um único dia.
– Paraguai rindo da gente: jornais paraguaios destacaram que o Brasil pode chegar a uma carga de 28%, superando a Hungria, atual recordista mundial com 27%. Resultado? Empresas já cogitam atravessar a fronteira.
– Serviços públicos? O contribuinte continua enfrentando filas em hospitais, transporte precário e custo de vida nas alturas.
O brasileiro no papel de “financiador compulsório”
O ano mal começou e o cidadão já está com o bolso furado. A pergunta que não quer calar: onde está o retorno?
Porque se fosse para pagar imposto e receber saúde, educação e segurança de qualidade, talvez até valesse. Mas o que se vê é um país onde o contribuinte banca o luxo da arrecadação sem receber nada proporcional em troca.
Comparativo rápido
Enquanto o Brasil inaugura 2026 com uma carga tributária estimada em 28%, já despontando como candidato a recordista mundial, a Hungria — atual campeã nesse ranking indigesto — amarga seus 27% e vê o título escapar.
Do outro lado da fronteira, o Paraguai observa a cena com um sorriso maroto: com uma das menores cargas da região, o país se posiciona como refúgio para empresas que não querem bancar o “luxo” da arrecadação brasileira.
Em resumo: o Brasil se prepara para ser o campeão mundial de impostos, a Hungria perde o trono e o Paraguai ganha a chance de virar o paraíso fiscal dos vizinhos desesperados.
Conclusão
O brasileiro começa 2026 com um recorde que ninguém pediu: campeão mundial de impostos.
Enquanto o governo comemora a arrecadação, o povo comemora… nada. Só a certeza de que, no Brasil, até o Ano Novo vem com boleto embutido.
2026-01-11 12:00:00



