Governo Lula ‘abraça’ os aiatolás enquanto o Irã massacra seu povo nas ruas

O regime iraniano enfrenta uma onda de protestos que tomou quase 200 cidades, motivado principalmente pela crise econômica devastadora, inflação galopante, desvalorização da moeda e corrupção política que evoluiu para um movimento contra o autoritarismo dos aiatolás e pela derrubada


O regime iraniano enfrenta uma onda de protestos que tomou quase 200 cidades, motivado principalmente pela crise econômica devastadora, inflação galopante, desvalorização da moeda e corrupção política que evoluiu para um movimento contra o autoritarismo dos aiatolás e pela derrubada do regime. A repressão, porém, é implacável: ONGs relatam mais de 500 mortos em duas semanas, enquanto a CNN descreve corpos empilhados em hospitais e mais de 2.600 presos. Em meio a esse cenário, o Brasil cala-se e parece caminhar na contramão da defesa dos direitos humanos tão defendidos em discurso pela esquerda.

O histórico de alinhamento

O silencio não é novidade. Desde 2005, Lula e Celso Amorim já davam sinais de simpatia pelo regime iraniano liderado pelo aiatolá Ali Khamenei. Documentos do Wikileaks revelaram manobras para proteger Teerã de sanções da ONU e até para dificultar investigações sobre o atentado terrorista contra a AMIA, em Buenos Aires. Em 2010, Lula tentou costurar um acordo nuclear com o Irã e a Turquia, ignorando alertas de Washington de que o plano não impediria a corrida iraniana pela bomba atômica.

Um peso, duas medidas

O governo Lula também criticou os ataques dos EUA e de Israel contra instalações nucleares iranianas, mas silenciou diante do míssil iraniano que destruiu um hospital em Israel. Mais grave: autorizou a atracação de navios militares iranianos no Rio de Janeiro, gesto que irritou Washington e reforçou a percepção de alinhamento com Teerã.

Críticas de Israel e da oposição

Instituições israelenses no Brasil e líderes políticos internacionais acusam Lula de ser cúmplice de um regime que financia grupos terroristas e massacra sua própria população. O ministro da Defesa de Israel chegou a chamá-lo de “antissemita declarado”. No Congresso, parlamentares de oposição denunciam a incoerência: o Brasil condena Israel e os EUA com veemência, mas suaviza ou ignora os crimes do Irã.

Consequências para o Brasil

A guinada ideológica pode custar caro. O Brasil perde o status de país neutro e confiável, essencial para quem não tem poder militar. Comercialmente, o alinhamento com regimes autoritários pode fechar portas em mercados estratégicos como Israel, EUA e União Europeia. Analistas alertam que nem mesmo China e Rússia adotaram retóricas tão radicais em defesa do Irã.

O fim da neutralidade

O Brasil, que sempre se orgulhou de ser mediador e voz da paz, agora parece mais interessado em ser o porta-voz dos aiatolás. Lula, que gosta de se apresentar como defensor dos direitos humanos, estende tapete vermelho a quem executa homossexuais, reprime mulheres e mata centenas de manifestantes. Neutralidade? Virou peça de museu.

 



Conteúdo Original

2026-01-12 08:47:00

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