Julio Iglesias nega acusações de crimes sexuais e tráfico de pessoas feitas por ex-funcionárias: ‘Absolutamente falsas’

O cantor espanhol Julio Iglesias classificou como “absolutamente falsas” as acusações de crimes sexuais e tráfico de pessoas feitas por duas ex-funcionárias. Em publicação na madrugada de sexta-feira no Instagram, o artista se manifestou pela primeira vez desde que o


O cantor espanhol Julio Iglesias classificou como “absolutamente falsas” as acusações de crimes sexuais e tráfico de pessoas feitas por duas ex-funcionárias. Em publicação na madrugada de sexta-feira no Instagram, o artista se manifestou pela primeira vez desde que o caso veio a público, na terça-feira.

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“Nego ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher. Essas acusações são absolutamente falsas e me causam uma grande tristeza”, escreveu o cantor.

“Com profundo pesar, respondo às acusações feitas por duas pessoas que anteriormente trabalharam em minha casa”, afirmou também o artista, conhecido mundialmente por sua carreira na música em espanhol.

“Nunca havia sentido tanta maldade, mas ainda me restam forças para que as pessoas conheçam toda a verdade e para defender minha dignidade diante de uma ofensa tão grave”, acrescentou.

“Não posso me esquecer de tantas e tantas pessoas queridíssimas que me enviaram mensagens de carinho e lealdade; senti muito consolo nelas”, concluiu Iglesias, em mensagem assinada por ele.

As denúncias foram apresentadas por duas ex-funcionárias que acusam o cantor de “fatos que poderiam constituir um crime de tráfico de seres humanos com fins de imposição de trabalho forçado e servidão” e de “crimes contra a liberdade e a integridade sexual, como assédio sexual”. As informações foram divulgadas nesta semana pelas organizações Women’s Link Worldwide e Anistia Internacional, que prestam apoio às denunciantes.

Segundo as entidades, os supostos abusos teriam ocorrido em 2021, em propriedades de Julio Iglesias na República Dominicana e nas Bahamas. À época, as mulheres tinham 22 e 28 anos. O caso foi revelado em investigação conjunta da emissora norte-americana Univisión e do veículo espanhol elDiario.es.

Em entrevista coletiva realizada na quarta-feira, Women’s Link Worldwide e Anistia Internacional informaram que o Ministério Público espanhol deve ouvir em breve as duas denunciantes, que receberam o status de testemunhas protegidas.

O escândalo veio à tona após a publicação da investigação jornalística, que reuniu relatos de uma ex-empregada doméstica e de uma ex-fisioterapeuta do cantor, considerado o artista latino que mais vendeu discos no mundo. Ambas afirmam ter sido submetidas a humilhações e assédio sexual, incluindo, no caso de uma delas, penetrações não consentidas.



Conteúdo Original

2026-01-16 05:26:00

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