Imagens analisadas pela polícia mostram menor ‘comemorando’ com amigos após estupro coletivo em Copacabana – Boletim RJ

De acordo com o documento, as gravações captam a movimentação no corredor do sexto andar entre 19h24 e 20h42 do dia 31 de janeiro de 2026. As imagens mostram a chegada ao apartamento dos quatro jovens posteriormente indiciados, seguida da


De acordo com o documento, as gravações captam a movimentação no corredor do sexto andar entre 19h24 e 20h42 do dia 31 de janeiro de 2026. As imagens mostram a chegada ao apartamento dos quatro jovens posteriormente indiciados, seguida da chegada da adolescente e do menor que a teria convidado ao local.

Segundo o relatório, após o período em que permaneceram no interior do imóvel, a jovem deixa o apartamento acompanhada do adolescente. Em seguida, as imagens registram o momento em que ela se dirige ao elevador.

O inquérito descreve que, após a adolescente sair do campo de visão do corredor, o menor retorna ao interior do apartamento. Logo após, ele volta a aparecer nas imagens realizando gestos que, segundo a autoridade policial, aparentam ser de “comemoração”. O relatório também menciona que, em seguida, ele sai do apartamento sorridente.

As gravações mostram ainda o adolescente abrindo a porta do elevador para acompanhar a jovem até a saída do prédio.

Posteriormente, as câmeras registram a saída conjunta de Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Veríssimo Zoel Martins, João Gabriel Xavier Bertho e do adolescente.

O que mostram as imagens, segundo o inquérito:

Em depoimento, a vítima declarou que, em determinado momento dentro do apartamento, foi segurada pelos cabelos e forçada a praticar atos contra a própria vontade. Também relatou que o menor de idade que a convidou para o apartamento lhe deu um chute na região abdominal e que os outros quatro envolvidos a impediram de deixar o quarto quando manifestou intenção de ir embora, fechando a porta do cômodo.

Ainda conforme o depoimento, as agressões continuaram mesmo após ela afirmar que estava “cansada” e pedir para que parassem. Segundo a adolescente, o menor de idade chegou a questionar se a mãe dela a via sem roupas, e disse que ela “não podia vê-la assim porque estava com o corpo marcado e até sangrando”.

Ao sair do apartamento, a adolescente enviou um áudio ao irmão dizendo que acreditava ter sido estuprada. Em seguida, procurou a avó, com quem mora, e foi até a delegacia registrar ocorrência.

O exame de corpo de delito anexado ao inquérito aponta a presença de múltiplas lesões, incluindo equimoses e escoriações na região dorsal e nas laterais do corpo, além de marcas na região glútea. O laudo também registra sangramento e descreve achados compatíveis com violência física recente.



Com informações da fonte
https://boletimrj.com.br/imagens-analisadas-pela-policia-mostram-menor-comemorando-com-amigos-apos-estupro-coletivo-em-copacabana/

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