Cachulé, líder do tráfico do Barbante, é morto em ação da PM na Ilha do Governador | Rio de Janeiro

Cachulé era apontado como líder do tráfico da comunidade do Barbante – Reprodução Cachulé era apontado como líder do tráfico da comunidade do BarbanteReprodução Publicado 16/01/2026 17:45 | Atualizado 16/01/2026 18:01 Rio – O traficante Wagner Barreto de Alencar, conhecido




Cachulé era apontado como líder do tráfico da comunidade do BarbanteReprodução

Rio – O traficante Wagner Barreto de Alencar, conhecido como Cachulé, foi morto, na tarde desta sexta-feira (16), durante uma ação da Polícia Militar na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, Zona Norte. O homem era considerado foragido da Justiça desde 2016.

Policiais do 17º BPM (Ilha do Governador) e do Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar continuam atuando na região, controlada pelo Comando Vermelho (CV). Segundo a PM, as equipes interceptaram o veículo onde estava o traficante, no interior da comunidade.

De acordo com a PM, houve resistência armada e confronto. Wagner foi atingido, socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Evandro Freire, mas não resistiu aos ferimentos.

Dois fuzis foram apreendidos e um veículo foi recuperado. O carro, modelo Volkswagen Virtus, estava com diversas marcas de tiros.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um clima tenso na região. Um helicóptero sobrevoou a área. Um ônibus teria sido usado como barricada para bloquear uma via da localidade.

Quem é Cachulé?

De acordo com investigações, Wagner Barreto de Alencar é o chefe do tráfico de drogas da comunidade do Barbante, sendo ligado ao Comando Vermelho.

Ele era o principal suspeito de ordenar a destruição do Posto de Policiamento Comunitário (PPC) do morro em 2017. O ataque à base da PM ocorreu logo depois da expulsão de dois policiais do prédio. O crime foi cometido por cerca de 40 criminosos, como uma espécie de vingança, já que corporação teria impedido a realização de um baile funk na comunidade, onde seria comemorado o aniversário de Cachulé.

Wagner era considerado foragido do sistema penitenciário desde abril de 2016, quando passou para o regime semiaberto e saiu em fuga do Instituto Penal Edgard Costa, em Niterói, na Região Metropolitana.

Cachulé possuía anotações por tráfico de drogas, homicídio, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.





Conteúdo Original

2026-01-16 17:45:00

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