Bia Haddad busca vaga às oitavas de final do US Open; acompanhe

Elsa/Getty Images/AFP O backhand é uma das armas de Bia Haddad Maia Quadrifinalista ano passado, em sua melhor campanha no US Open até aqui, Bia Haddad Maia está a duas vitórias de repetir essa proeza. Neste sábado, a número 1


Elsa/Getty Images/AFP O backhand é uma das armas de Bia Haddad Maia

Quadrifinalista ano passado, em sua melhor campanha no US Open até aqui, Bia Haddad Maia está a duas vitórias de repetir essa proeza. Neste sábado, a número 1 do Brasil e 22 do mundo entra em quadra pela terceira rodada. Sua rival é uma ‘velha’ conhecida, a grega Maria Sakkari (64ª e ex-top 3), que eliminou a húngara Anna Bondar (97ª), por 6/3 e 6/1.

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Quem vencer o duelo da madrugada deste domingo enfrenta, nas oitavas de final, a anfitriã Amanda Anisimova, oitava favorita, algoz da romena Jaqueline Cristian.

A número 1 do Brasil venceu os quatro jogos que fez até hoje contra a grega. O mais recente foi no saibro de Madri, ano passado. Bia também derrotou Sakkari em Nottingham e Miami (ambos em 2022) e em Mérida (em 2014).

Com a vitória de quinta-feira, sobre a suíça Viktorija Golubic (72ª), por 2 a 0, com parciais de 6/1 e 6/4, a paulistana já iguala sua melhor campanha em Grand Slams na temporada. Em janeiro, no Aberto da Austrália, a número 1 do Brasil alcançou a terceira rodada. Já em Roland Garros a paulistana caiu na estreia e, em Wimbledon, na segunda rodada.
Sobre o triunfo contra Golubic, Bia disse:

Foi um jogo duro, eu já tinha jogado com ela em algumas vezes e sabia que seria uma desafio grande. Estou feliz com a forma como competi e encarei, com um volume muito agressivo. Feliz em como eu estava positiva o tempo todo e pela luta interna, sempre me perdoando nos momentos de erro e conseguindo reagir no próximo ponto – celebrou a brasileira.

Bia Haddad tem 10 vitórias em Nova York

A tenista paulistana, de 29 anos conquistou, nesta quinta, a décima vitória em Nova York. Ela estreou no Grand Slam americano em 2016, quando era apenas a 345ª do mundo. Naquela ocasião, parou na estreia do qualifying. No ano seguinte, já como a 71ª melhor do mundo, Bia Haddad caiu na abertura da chave principal, diante da sérvia Donna Vekic.

Então como a 130ª do ranking, Bia Haddad venceu pela primeira vez no US Open em 2018, quando superou a australiana Olivia Rogowska, no qualifying. Três anos depois, outro triunfo da paulistana (174ª), dessa vez sobre a espanhol Irene Burillo, novamente no classificatório. Na temporada seguinte, a brasileira (15ª) superou a sérvia Ana Konjuh, sua primeira na chave principal. Já em 2023, quem ficou pelo caminho, na estreia, foi a anfitriã Sloane Stephens.

Ano passado, Bia Haddad só parou nas quartas de final, vencendo a armena Elina Avanesyan, a espanhola Sara Sorribes Tormo, a russa Anna Kalinskaya e a dinamarquesa Caroline Wozniacki (vídeo abaixo).





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