Anteriormente, a produção de cana já era considerado um dos principais pilares do agronegócio em todo o estado de São Paulo. Agora, com estruturas mais complexas, elas desempenham um papel ainda mais fundamental na sociedade em escala nacional. Globo Rural acompanhou transformações do setor de cana-de-açúcar em SP
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Durante os últimos 45 anos, a forma de trabalho nos canaviais passou por grandes transformações. O produto, que já era um dos maiores pilares do agronegócio no estado de São Paulo, se consolidou ainda mais.
A produção de cana ganhou ainda mais destaque quando se trata da produção de álcool e açúcar. Porém, durante o meio tempo, um produto foi ganhando cada vez mais importância e, consequentemente, valor: a energia gerada por meio da palha da cana.
Uma usina de Ariranha (SP) trabalha com o produto desde a década de 1940, com a produção de energia começando a partir de 2004. No processo, que gera cerca de 180 mil megawatts por ano, o consumo de água é feito de forma consciente.
Nos últimos 20 anos, a empresa também investiu em robôs para facilitar a produção. Eles podem carregar diversos fardos de açúcar durante um trajeto e, além disso, fazem as montagem dos pallets que serão levados ao comércio.
As usinas evoluíram. O que eram apenas estruturas simples e voltadas apenas à produção de açúcar, agora são estruturas complexas e multifuncionais que, ao passar dos dias, conseguiu gerar o primeiro carro movido à base de álcool e as biorrefinarias.
Globo Rural acompanhou transformações do setor de cana-de-açúcar em SP
Veja a reportagem exibida no programa em 27/04/2025:
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