Polícia prende foragido da Justiça por matar jovem a tiros sob acusação de abuso sexual | Rio de Janeiro

Aderval da Silva foi encontrado em uma residência na cidade de São Paulo – Reprodução Aderval da Silva foi encontrado em uma residência na cidade de São PauloReprodução Publicado 12/06/2026 09:07 Rio – A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (11),



Aderval da Silva foi encontrado em uma residência na cidade de São PauloReprodução

Rio – A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (11), o homem acusado de matar a tiros Pedro Lucas Oliveira Ramos, de 20 anos, por uma acusação de abuso sexual, em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste. Aderval da Silva era considerado foragido da Justiça desde agosto de 2024.

Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) encontraram o réu por homicídio em uma residência no bairro Sacomã, na cidade de São Paulo. Aderval foi apresentado no 26º Distrito Policial de São Paulo, onde permaneceu à disposição da Justiça após o cumprimento do mandado de prisão preventiva.

Segundo a investigação, o homem matou o jovem porque acreditava que ele tinha estuprado sua filha, de 14 anos na época. A defesa da família da vítima afirmou que um laudo comprovou que não houve abuso sexual.

A Justiça do Rio decretou a prisão temporária do acusado em agosto de 2024. Em novembro do mesmo ano, Aderval virou réu pelo homicídio e aconteceu a decretação da prisão preventiva. Em novembro de 2025, ele foi pronunciado a ser julgado pelo Tribunal do Júri.

Relembre o caso

O assassinato ocorreu no dia 7 de agosto de 2024. Câmeras de segurança flagraram o momento do crime. O jovem andava por uma rua sozinho, a caminho do trabalho, quando Aderval e o irmão da adolescente, que o acusou de abuso, o abordam. O jovem tentou fugir, mas foi atingido por, ao menos, três tiros, morrendo no local.

Veja o vídeo:

Familiares da vítima negam o abuso e garantem que a menina inventou a história. Na época, Mônica Oliveira Ramos, mãe de Pedro, contou ao DIA que a inocência do filho já havia sido provada. A mulher revelou que, no mesmo dia do assassinato, recebeu em casa a mãe da menina e a própria adolescente para conversar sobre o assunto.

Segundo a acusação, Pedro teria estuprado a menina em 10 de julho, mas a história só veio à tona no dia 7 de agosto, data do homicídio. Mônica sugeriu que a mãe da menina registrasse o caso para que fosse feito um exame de corpo de delito e a investigação começasse. No entanto, o filho foi morto minutos depois da conversa.





Com informações da fonte
https://boletimrj.com.br/policia-prende-foragido-da-justica-por-matar-jovem-a-tiros-sob-acusacao-de-abuso-sexual-rio-de-janeiro/

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