A valorização das culturas afro-brasileira e indígena no ambiente educacional é um passo essencial para promover a diversidade, a representatividade e a inclusão. É nesse contexto que o projeto Bibliodiversidade, iniciativa cultural que promove o acesso à leitura e à educação inclusiva por meio da implantação de bibliotecas itinerantes, entrega de estruturas educativas e realização de oficinas de mediação de leitura voltadas a educadores e crianças chega, os dias 25 e 26 de março, em São João da Barra (RJ).
O projeto, patrocinado pela Ferroport, será realizado em 02 escolas do município estimulando o interesse de crianças e adolescentes pela leitura e fornecendo aos educadores materiais complementares para as atividades didáticas.
Para isso, a ação prevê a criação de espaços educativos compostos por acervo literário diversificado, com obras que abordam a cultura afro-brasileira, os povos indígenas e diferentes áreas do conhecimento, além de materiais pedagógicos e lúdicos que estimulam a imaginação, o pensamento crítico e o aprendizado. O objetivo é deixar um legado permanente nos espaços atendidos, fortalecendo práticas pedagógicas mais diversas e inclusivas.
A Lei nº 10.639/03 alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e estabeleceu, no artigo 26-A, a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas redes pública e privada de ensino no Brasil. No entanto, pesquisa do Instituto Alana, em parceria com o Geledés Instituto da Mulher Negra, aponta que 71% das redes municipais ainda não aplicam de forma consistente os conteúdos previstos na legislação, o que reforça a importância de iniciativas que ampliem o acesso a materiais e práticas pedagógicas voltadas à valorização da diversidade cultural .
O gerente de sustentabilidade da Ferroport, Edenilson Sanches, destaca que o apoio ao projeto está diretamente ligado às diretrizes e valores da empresa. “Para a Ferroport, o investimento em educação está diretamente relacionado ao nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e com a promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Ao apoiar o projeto Bibliodiversidade, reforçamos nossa responsabilidade em valorizar a diversidade cultural, especialmente as contribuições das culturas afro-brasileira e indígena, e em contribuir para o fortalecimento das práticas pedagógicas nas comunidades onde atuamos”, afirma.
Já a analista de RH da Ferroport, Beatriz Campanhão, observa que o apoio ao projeto reforça as ações da empresa que buscam gerar uma cultura diversa e inclusiva. “É um orgulho para a Ferroport apoiar um projeto que promove diversidade e inclusão além dos muros da empresa, reafirmando nossa essência de que “juntos vamos mais longe e criamos um ambiente diverso e inclusivo, para que as vitórias sejam de todos”. O “Bibliodiversidade” está alinhado às nossas iniciativas internas, com abordagem de temas que promovem informação e sensibilização sobre D&I, com o intuito de gerar empatia e aliados a uma cultura diversa e inclusiva. Que esta parceria tenha um excelente resultado para uma sociedade mais justa e preparada para os desafios do futuro.”, comenta Beatriz.
Realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “Bibliodiversidade” tem produção da Incentivar, apoio da Vida Flats, com patrocínio da Ferroport, e é realizado pelo Ministério da Cultura e Governo Federal, do lado do povo brasileiro.
Sobre a Ferroport: A Ferroport é responsável pela operação do terminal de minério de ferro do Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte do Estado do Rio de Janeiro. Em atividade desde 2014, ocupa a terceira posição entre os terminais privados do país.
Saiba mais em: https://ferroport.com.br
2026-03-11 09:05:00



