PF prende seis policiais militares suspeitos de beneficiar o violação organizado | Rio de Janeiro

Agentes da PF saíram às ruas para executar sete mandados de prisãoReprodução Rio – A Polícia Federalista prendeu, na manhã desta quarta-feira (11), seis policiais militares suspeitos de integrar um grupo que beneficiava criminosos violentos do estado. A ação faz


Agentes da PF saíram às ruas para executar sete mandados de prisãoReprodução

Rio – A Polícia Federalista prendeu, na manhã desta quarta-feira (11), seis policiais militares suspeitos de integrar um grupo que beneficiava criminosos violentos do estado. A ação faz segmento da terceira tempo “Operação Anomalia”, que procura executar sete mandados de prisão e outros sete de procura e inquietação. A investigação já deteve delegados e policiais civis nos dois últimos dias.

As buscas ocorrem nos bairros da Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste, e em Novidade Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense. Até o momento, unicamente um dos alvos segue fugido.

Além das prisões, o Supremo Tribunal Federalista (STF) também determinou o inopino isolamento das funções públicas de todos os investigados, muito porquê o isolamento do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o escora da Corregedoria da PM.

Entenda o esquema

Os elementos reunidos durante a investigação apontam que os policiais militares alvos da operação usavam a farda e a função pública para beneficiar o violação organizado. Segundo a apuração, o grupo atuava não unicamente facilitando a logística de traficantes e milicianos, mas também protegendo criminosos e ajudando a esconder o numerário obtido com atividades ilegais.

A operação é resultado de investigações conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor II, que segue diretrizes do Supremo Tribunal Federalista no contextura da ADPF 635. A iniciativa procura substanciar a atuação da Polícia Federalista na produção de perceptibilidade para combater facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, além de atingir o financiamento dessas organizações e interromper ligações com agentes públicos..

Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, devassidão ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à estudo, com vistas à identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.

Na primeira tempo da operação, na última segunda (9), o mandatário da Polícia Federalista Fabrizio Romano foi recluso por suspeita de participar de um grupo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas para propiciar os interesses de um traficante internacional de drogas.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três mandados de procura e inquietação na cidade do Rio, além de medidas cautelares diversas, porquê isolamento do manobra de função pública. Um dos mandados foi cumprido contra o ex-secretário estadual de Esportes, Alessandro Pitombeira Carracena, que já está recluso desde setembro do ano pretérito na operação que também deteve o ex-deputado estadual TH Joias.

Na terça-feira (10), o mandatário Marcos Henrique Oliveira Alves e outros dois policiais civis foram presos na segunda tempo da operação. O grupo é investigado por usar a estrutura do Estado para extorquir integrantes do Comando Vermelho, além de praticar devassidão e lavagem de numerário.

Na ação, muro de 40 agentes federais cumpriram quatro mandados de prisão preventiva e três de procura e inquietação, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federalista (STF). O quarto níveo foi o traficante Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, que já estava suspenso.

O mandatário era titular da 44ª DP (Inhaúma). Já os outros policiais foram identificados porquê Franklin Jose de Oliveira Alves e Leandro Moutinho de Deus.



Com informações da fonte
https://boletimrj.com.br/pf-prende-seis-policiais-militares-suspeitos-de-beneficiar-o-crime-organizado-rio-de-janeiro/

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