Em greve, servidores técnico-administrativos da UFF deixam comissão que vai organizar eleições para reitoria em maio

Marcadas para acontecer em maio, as eleições para a reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF) tiveram uma “baixa” importante. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SintUFF) da instituição — que entrou em greve na última segunda (23) — decidiu deixar


Marcadas para acontecer em maio, as eleições para a reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF) tiveram uma “baixa” importante. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SintUFF) da instituição — que entrou em greve na última segunda (23) — decidiu deixar a comissão eleitoral, que organizará o pleito.

A medida foi aprovada em assembleia da categoria em meio a um cenário de tensão entre servidores técnico-administrativos e a gestão da universidade. Os profissionais reivindicam uma série de demandas que, segundo o sindicato, estavam previstas no último Termo de Acordo firmado com o Governo Federal após a última paralisação.

Pré-candidato e docentes teriam imposto composição ‘antidemocrática’, segundo o sindicato

Em comunicado após a assembleia, o SintUFF justificou a saída da comissão por considerar a formação do grupo “ilegítima, desproporcional e antidemocrática”. Segundo a categoria, a associação de docentes (ASPI-UFF) teria imposto uma composição unilateral, ignorando pedidos de reuniões conjuntas.

O SintUFF acusou, ainda, o vice-reitor e pré-candidato Fabio Passos de usar “informações inverídicas e distorcidas” para se posicionar a favor da imposição da comissão. A composição descumpre resoluções anteriores do Conselho Universitário sobre paridade no processo eleitoral, de acordo com os servidores.

Técnicos da UFF cobram RCS, jornada de 30 horas e regulamentação da hora ficta

Além das insatisfações com o processo eleitoral, os técnicos da instituição cobram o cumprimento de medidas como a implementação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), da jornada de 30 horas, o reposicionamento na carreira, a regulamentação da hora ficta, o regime de trabalho 12×60 e a recomposição do reajuste de médicos e veterinários.

No caso do RCS — mecanismo de valorização profissional para técnicos —, o Governo chegou a apresentar uma proposta para atender à demanda, mas que não agradou aos servidores. Na assembleia da última terça (24), o SintUFFF criticou o fato de a proposta impor restrições orçamentárias e excluir servidores em estágio probatório, doutores e aposentados.



Com informações da fonte
https://temporealrj.com/greve-servidores-uff-eleicoes-reitoria/

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