o que se sabe sobre o caso – Boletim RJ

Famílias reclamam de troca de corpos por funerárias no Noroeste FluminenseUma troca de corpos por engano transformou o luto de uma família em indignação em Italva, no Noroeste Fluminense. Ao abrir o caixão que chegou para o velório, os parentes


Famílias reclamam de troca de corpos por funerárias no Noroeste Fluminense
Uma troca de corpos por engano transformou o luto de uma família em indignação em Italva, no Noroeste Fluminense. Ao abrir o caixão que chegou para o velório, os parentes viram que o corpo não era do ente querido. Enquanto isso, o falecido já havia sido levado para outra cidade: Santo Antônio de Pádua.
O caso ocorreu nesta quarta-feira (25). A funerária se desculpou e disse que nunca registrou esse tipo de ocorrência.
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Confira abaixo o que se sabe sobre o caso:
Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado?
Como a família descobriu o erro?
O velório e o sepultamento foram afetados?
O que diz o Hospital São José do Avaí?
O que diz a funerária de Itaperuna?
Como ocorreu o equívoco?
O corpo errado chegou a ser velado?
Haverá responsabilização ou medidas de reparação?
O caso segue sob apuração?
1 – Para qual cidade foi o corpo que deveria ser velado?
A troca foi percebida em Italva, durante um velório na Quarta Igreja Batista. O corpo correto que deveria estar em Italva foi enviado por engano para Santo Antônio de Pádua, enquanto o corpo destinado a Pádua foi entregue à família em Italva.
2 – Como a família descobriu o erro?
O engano só foi notado no momento em que o caixão chegou ao local do velório. Ao abrir a urna, os familiares reconheceram que não se tratava do parente que seria velado.
3 – De que forma o velório e o sepultamento foram afetados?
Sim. O sepultamento precisou ser adiado para que as verificações fossem feitas e a destroca, realizada. Apesar do constrangimento, o enterro aconteceu ainda no mesmo dia. Parentes criticaram a falta de protocolos mais rigorosos de conferência e identificação.
4 – O que diz o Hospital São José do Avaí?
O hospital informou que adota protocolos de identificação de óbitos, com registro documental, checagem criteriosa e conferência antes da liberação. Segundo a instituição, a funerária assina um documento no momento da retirada com nome, data, horário e identificação do profissional responsável.
5 – O que diz a funerária de Itaperuna?
A funerária afirmou que já se retratou com a família e que o erro foi reconhecido e tratado internamente, ressaltando não haver registro de ocorrência semelhante em mais de 60 anos de atuação. Segundo o responsável.
6 – Como ocorreu o equívoco?
Segundo a funerária, o equívoco ocorreu na retirada do corpo, etapa que não permite a entrada de familiares para reconhecimento, e pode ter envolvido uma retirada anterior por outra equipe, possivelmente de madrugada. Após a constatação, o filho da vítima acompanhou o responsável até o hospital para o reconhecimento correto e a troca.
7 – O corpo errado chegou a ser velado?
De acordo com a funerária, não. A empresa diz que o corpo entregue por engano não chegou a passar por velório ou cerimônia e que o problema foi corrigido imediatamente.
8 – Haverá responsabilização ou medidas de reparação?
Até o fechamento do texto fornecido, não foram divulgadas medidas adicionais de reparação ou responsabilização pública por parte dos envolvidos.
Erro só foi percebido no velório em Italva; hospital e funerária dizem que adotam protocolos rigorosos de identificação.
Reprodução Inter 2

Com informações da fonte
https://g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2026/02/28/familia-descobre-troca-de-corpos-ao-abrir-o-caixao-no-velorio-em-italva-o-que-se-sabe-sobre-o-caso.ghtml



Com informações da fonte
https://boletimrj.com.br/familia-descobre-troca-de-corpos-ao-abrir-o-caixao-no-velorio-em-italva-o-que-se-sabe-sobre-o-caso/

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