Está em curso o segundo bloco da maior festa do mundo. Nesta segunda-feira, Mocidade, Beija-Flor, Viradouro e Unidos da Tijuca são as protagonistas deste segundo dia de Carnaval na Avenida, e o GLOBO traz detalhes de bastidores que você não vê na TV.
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Valeria Stelet, vice-presidente da Mocidade
Agência O Globo
A concentração da Mocidade Independente de Padre Miguel foi colorida e leve para o desfile em que a escola homenageou Rita Lee. Os preparativos da entrada na Avenida tiveram um gostinho especial: Valéria Stelet, vice-presidente jurídica da agremiação carregava na bolsa uma garrafa térmica com café. A escolha, segundo ela, é porque não gosta de álcool. A estratégia é trazer uma garrafa “já velha” para jogá-la no lixo antes de entrar na passarela do samba.
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Carolina Arjones: ‘Graças a Deus está tudo bem com o bebê’
Agência O Globo
Carolina Arjones, musa da Mocidade e conhecida também pelo bumbum avantajado, evoluiu à frente do carro em homenagem ao cão Orelha. Fantasiada de vaca com um figurino que custou R$ 35 mil, ela conta como tem enfrentado o calor com um colant fechado do tornozelo ao pescoço:
— Eu jogo água atrás. Graças a Deus está tudo bem com o bebê, é um menino. Vai crescer sambando aqui dentro — diz a empresária.
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Roberto de Carvalho: ‘Energia diferente’
João Vitor Costa
Roberto de Carvalho e João Lee, viúvo e filho da cantora, respectivamente, citaram uma energia diferente no desfile da Mocidade. Roberto adentrou a concentração da Mocidade animadíssimo ao som do samba enredo de “Padroeira da Liberdade”. Com os passos na ponta do pé e a letra da canção na ponta da língua, ele foi destaque no carro inspirado na música “Lança perfume”.
— Sinto a presença dela, mas creio que irei me emocionar quando o carro virar na Sapucaí. Meus filhos estão aí atrás, viemos todos.
João Lee, filho da cantora, disse que aprendeu o samba no sonho.
— Eu estava com dificuldade de pegar, mas depois do sonho veio. Estou nervosíssimo, tremendo. Mas as pessoas da arquibancada estão me mandando mensagens dizendo que está lindo.
João Lee: ‘Estou nervosíssimo’
João Vitor Costa
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Segunda escola a entrar na Avenida, a Beija-flor quase foi mais uma vitima do Viaduto 31 de março. Por pouco a parte mais alta de um dos carros não se choca com a via expressa. Após muita correria, integrantes conseguiram abaixar o elemento e a escola seguiu.
Alegoria da Beija-flor teve de ser abaixada pra passar por baixo de viaduto
Felipe Grimberg
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Gigantesco, o carro abre-alas da Unidos da Tijuca precisou ser transportado em partes. Uma das laterais só foi fixada 1h 30 antes do início do desfile.
Carro abre-alas da Unidos da Tijuca: desmembrado
Felipe Grimberg
Enquanto algumas escolas acabam se enrolando para colocar todos os componentes sobre os carros alegóricos, por dependência 100% de guindastes instalados próximos à entrada da Marquês de Sapucaí, a Viradouro traz seus próprios elevadores, o que adianta a armação da escola para o desfile.
Os guindastes da Viradouro
João Vitor Costa



