Defesa diz que médico envolvido em acidente não estava embriagado e “foi pego de surpresa por moto sem sinalização luminosa”

A defesa do médico Sandiano Mello Brum se pronunciou na tarde desta sexta-feira (30), informando que seu cliente não estava embriagado e que teria sido pego de surpresa com a moto no momento da colisão que deixou um casal de


A defesa do médico Sandiano Mello Brum se pronunciou na tarde desta sexta-feira (30), informando que seu cliente não estava embriagado e que teria sido pego de surpresa com a moto no momento da colisão que deixou um casal de jovens morto na BR-356, em São João da Barra. Segundo o advogado Rauph Lemos, que representa o motorista, a motocicleta não apresentava qualquer sinalização luminosa.

Ainda de acordo com a defesa de Sandiano, o condutor do carro trafegava dentro dos limites de velocidade permitidos. Sobre ter deixado a Emergência da Santa Casa sem autorização, o advogado justificou dizendo que o médico estava com medo de sofrer represálias e já vinha sendo ameaçado por populares desde o local do acidente.

Cabe relembrar que o Manchete RJ confirmou que o motorista estava conduzindo o mesmo carro, minutos antes do acidente, aparentemente em alta velocidade na Avenida Liberdade, em Grussaí. As imagens circularam nas redes sociais e mostraram o veículo “dando um salto” no quebra-molas. Testemunhas ainda relataram à polícia que o motorista dirigindo em velocidade acima do permitido na noite da tragédia.

Por fim, a defesa concluiu a nota alegando que o caso está sendo tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. (Veja a nota na íntegra ao final da matéria)

Entenda

Sandiano conduzia um carro na noite da última terça-feira (27) quando colidiu com uma moto na BR-356, em São João da Barra, próximo ao distrito de Cajueiro. Um casal de jovens que estava na motocicleta morreu no local do acidente. Já o motorista foi socorrido e deixou a unidade hospitalar sem autorização.

Nesta sexta-feira (30), o condutor se apresentou à delegacia de São João da Barra e prestou depoimento. As mães das vítimas, identificadas como Leandson Conceição, de 23 anos, e Kailla Victória, de 19, desabafaram em frente a 145ª DP e se mostraram revoltadas com a liberação do médico.

Isso é justo? Se fosse o meu genro que atropelasse ele, já estava aqui desde terça-feira. Agora como ele é médico, ele pode entrar, sair, ficar impune? Não.”, desabafou a mãe da jovem, que estava grávida e morreu na colisão.

Nota da defesa do motorista:



Conteúdo Original

2026-01-30 17:54:00

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